No que cremos
A ICE Timon adota a Confissão de Fé da AICEB, da Aliança das Igrejas Cristãs Evangélicas do Brasil. Ela resume, a partir das Escrituras, aquilo que cremos, confessamos e ensinamos.
Das sagradas escrituras
Cremos, confessamos e ensinamos que a Bíblia - Antigo Testamento e Novo Testamento – é a infalível Palavra de Deus 1 em linguagem humana 2. Sendo o Antigo Testamento composto de 39 livros, que são: Gênesis – Êxodo – Levítico – Números – Deuteronômio – Josué – Juízes – Rute – 1º Samuel – 2º Samuel – 1º Reis – 2º Reis – 1º Crônicas – 2º Crônicas – Esdras – Neemias – Ester- Jó – Salmos – Provérbios – Eclesiastes – Cântico dos Cânticos – Isaías – Jeremias – Lamentações – Ezequiel – Daniel – Oséias – Joel – Amós – Obadias – Jonas – Miquéias – Naum – Habacuque – Sofonias – Ageu – Zacarias – Malaquias. E o Novo Testamento composto de 27 livros, que são: Mateus – Marcos – Lucas – João – Atos – Romanos – 1ª Coríntios – 2ª Coríntios – Gálatas – Efésios – Filipenses – Colossenses – 1ª Tessalonicenses – 2ª Tessalonicenses – 1ª Timóteo – 2ªTimóteo – Tito – Filemom – Hebreus – Tiago – 1ª Pedro – 2ª Pedro – 1ª João – 2ª João – 3ª João – Judas – Apocalipse.
Referências bíblicas
1 Sl 119.89; Hb 1.1; Is 40.8; Mt 24.35; Lc 24.44,45; Jo 10.35; Rm 3.2; 1ª Pe 1.25; 2ª Pe 1.21. 2 Is 40.8; Mt 22.29; 24.35; Hb 1.1,2; Lc 16.29; Rm 16.25,26. Êx 24.4; 2ª Sm 23.2; At 3.21; 2ª Pe 1.21; Rm 1.16; 15.4; 2ª Tm 3.16,17; 1ª Pe 2.2; Hb 4.12; Ef 6.17; Jo 5.39; Sl 19.7-9; Sl 119.105; Pv 30.5; Jo 12.47,48; Jo 17.17; Rm 2.12,13; Rm 3.4; 2º Cr 24.19; Is 8.20; Is 34.16; Mt 5.17,18; At 17.11; Gl 6.16; Fp 3.16; 2ª Tm 1.13.
Cremos, confessamos e ensinamos que a Bíblia é a própria Palavra de Deus e que esta Palavra é o fiel registro da revelação 1 que Deus fez de Si mesmo aos homens 2. Sendo Deus Seu verdadeiro autor, foi escrita por homens santos e movidos pelo Espírito Santo 3. Sua mensagem é perfeita, inspirada verbal e plenariamente - cada palavra e a totalidade de seu conteúdo - sem mescla de erros 4, sendo o mais precioso tesouro de instrução divina 5.
Referências bíblicas
1 Sl 19; 2ª Tm 3.15-17; 2ª Pe 1.19-21; Dt 18.18-19; Jr 1.4-12; Jo 5.45-47; Mt 24.35; Mc 8.38; Lc 1.20. 2 Jo 1.1-14; Jo 5.24; Jo 6.63-68; Mt 10.19-20; Jo 14.26; Jo 15.26-27; Jo 16.13; Cl 4.16; 2ª Ts 3.14-15; 1ª Co 14.37- 38; 1ª Co 2.12-13. 3 2ª Tm 3.16; 2ª Pe 1.19-21. 4 Sl 119.89. 5 Sl 1; Jd 3.
Cremos, confessamos e ensinamos que a Bíblia, assim como seu Autor, é a autoridade final sobre toda a esfera da vida humana 1, sendo o fiel padrão pelo qual devem ser aferidas todas as doutrinas e a conduta dos homens, e nossa única e suprema regra de fé e prática 2.
Referências bíblicas
1 Êx 4.22; Lc 24.44; 2ª Tm 3.17-18; 2ª Pe 3.15-16; 1ª Co 14.37. 2 2º Cr 24.19; Is 8.20; Is 34.16; Mt 5.17-18; At 17.11; Gl 6.16; Fp 3.16; 2ª Tm 1.13.
Cremos, confessamos e ensinamos que a Bíblia só pode ser corretamente interpretada e vivida à luz da glória do Pai, da Pessoa e dos ensinos de Nosso Senhor Jesus Cristo e da iluminação do Espírito Santo 1, por pessoas que foram regeneradas 2. Entendemos que a Bíblia interpreta a Si própria, que o Novo Testamento esclarece o Antigo Testamento 3, sendo essencial manter o sentido histórico, gramatical e literário dos seus escritores, dentro de seus contextos culturais e, somente após a observância desses pontos, pode-se fazer uma aplicação para o contexto atual 4.
Referências bíblicas
1 2ª Tm 2.15; Hb 1.1-4; Sl 119.18; Jo 8.43; 8.32; Cl 1.9; 2ª Co 4.6; Jo 16.13. 2 1ª Co 2.10; 1ª Co 2.14-16; 2ª Co 3.3-4; 2ª Co 3.12-18. 3 Lc 24.25-27; Cl 2.17; 2ª Co 3.6. 4; Os 6.3; Rm 1.19; 1ª Co 2.12.
Da divindade
Cremos, confessamos e ensinamos que há um só Deus 1, Espírito puríssimo, sem corpo, membros ou qualquer forma 2, infinito, eterno e imutável, sábio, perfeito em santidade, em justiça, em verdade, em amor, em bondade; Ele é onipotente, onisciente e onipresente 3. Ele é o criador, sustentador, redentor, juiz e Senhor da história do universo, que governa pelo Seu poder, dispondo de todas as coisas de acordo com o Seu eterno decreto 4. Deus é infinito em santidade e em todas as demais perfeições 5.
Referências bíblicas
1 Dt 6.4; 1ª Co 8.4; Jr 10.10; Jo 17.3; 2 Jo 4.24; Dt 4.15- 16; Lc 24.39. 3 Êx 3.14; Sl 145.3; Sl 90.2; Tg 1.17; Ml 3.6; Ap 4.8; Êx 34.6-7; Gn 17.1; Rm 16.27. 4 Gn 1.1-31; Hb 11.3; Sl 33.9; Hb 1.3; Cl 1.17; Is 47.4; Sl 111.9; Dt 10.17; Ap 3.14. 5 Is 6.3; Sl 147.5; Mt 5.48; Jó 11.7-9; Jó 26.14.
Cremos, confessamos e ensinamos que Jesus Cristo, segundo a Sua natureza Divina, é o Filho Único de Deus 1. Não feito e nem criado – pois assim seria uma criatura – sendo de igual substância e coeterno com o Pai 2, o resplendor exato de sua glória e de seu ser, compartilhando todos os atributos da divindade 3. Cremos que o Deus-Filho se fez carne, assumindo realmente a verdadeira natureza humana com todas as suas limitações, mas sem pecado 4. Sendo concebido no ventre da bendita Maria, ainda virgem 5, pelo poder do Espírito Santo, sem a necessidade de pai humano, Ele não somente assumiu a natureza humana quanto ao corpo, mas também a verdadeira alma humana, para que em tudo fosse verdadeiro homem 6. Pois estando o homem perdido tanto a alma quanto o corpo, Ele deveria assumir ambos para salvá-los 7.
Referências bíblicas
1 Jo 3.16; Mt 17.5; Jo 1.14,18; Rm 1.4. 2 Jo 1.1-5; Cl 1.16-17; Jo 17.5. 3 Hb 1.13; Jo 10.30; Cl 1.15. 4 Jo 11.35; Mt 4.2; Mt 8.24; Hb 4.15; 2ª Co 5.21; 1ª Pe 2.22; 1ª Jo 3.5. 5 Mt 1.18-25; Lc 1.26-38; Lc 2.1-7; Lc 1.43. 6 Jo 1.1,14; 1ª Jo 5.20; Fp 2.6; Gl 4.4; Hb 2.14. 7 Jo 1.1,14; 1ª Jo 5.20; Fp 2.6; Gl 4.4; Hb 2.14; Cl 2.9; Rm 9.5; Rm 1.3,4; 1ª Tm 2.5; Jo 12.27.
Cremos, confessamos e ensinamos que o Espírito Santo é Senhor, Vivificador, Regenerador, Consolador, Santificador, Preservador e Juiz 1, procedente do Pai e do Filho 2, igualmente coeterno e de mesma substância com o Pai e o Filho, compartilhando de todos os atributos com eles 3. Que falou por meio dos profetas e apóstolos 4, sendo Ele o mestre e ensinador da igreja 5.
Referências bíblicas
1 2ª Co 3.17; Jo 3.5-7; Jo 14.26; 15.26; 2ª Ts 2.13. 2 Jo 15.26; Gl 4.6. 3 At 5.3-4; 1ª Co 2.10; 1ª Co 3.16. 4 2ª Pe 1.21; 1ª Co 2.12-13; At 16.6-10. 5 Jo 14.26; 1ª Co 12.8-11; 1ª Tm 3.16; Jo 16.3-15.
Cremos, confessamos e ensinamos que, em Sua triunidade, o Deus Eterno subsiste, se revela e atua como três pessoas: Deus O Pai, Deus O Filho e Deus O Espírito Santo 1, que são pessoas distintas, contudo possuem mesma essência, sem divisão, iguais em poder, eternidade e dignidade 2. Por isso, a Ele devemos todo o amor, culto e obediência 3.
Referências bíblicas
1 Mt 3.16-17; Mt 28.19; 2ª Co 13.13-14; 1ª Jo 5.7. 2 Êx 3.14; Jo 14.11; 1ª Co 8.6. 3 Ap 5.12-14.
Dos decretos de Deus
Cremos, confessamos e ensinamos que Deus decretou em si mesmo todas as coisas, o que venha a acontecer, desde a eternidade, mediante o seu sábio, santo, imutável e livre conselho de sua própria vontade 1. Não obstante, Deus não é o autor do pecado e não tem qualquer comunhão com ele 2; a vontade da criatura não é violada para a realização de Seu decreto 3.
Referências bíblicas
1 Is 46.10; Ef 1.11, 2; Hb 6.17. 2 Tg 1.13; 1ª Jo 1.5. 3 At 4.27,28; Jo 19.11; Is 45:1-7.
Cremos, confessamos e ensinamos que por mais que Deus conheça tudo o que venha a acontecer, ele não decretou qualquer coisa porque a previu como futura, mas sim por meio de seu decreto e para a sua glória 1. Segundo este decreto, alguns anjos são eleitos, e homens são predestinados para a vida eterna por meio de Jesus Cristo 2, enquanto outros são deixados a agir em seus pecados para a sua justa condenação 3.
Referências bíblicas
1 At 15.18; Rm 9:14-18. 2 Ef 1.11,12; 1ª Tm 5.21; Mt 25.34; Ef 1.5,6. 3 Rm 9.22,23; Jd 4, Rm 1:21-24; Jo 17:12.
Dos anjos
Cremos, confessamos e ensinamos que, dentre as obras da criação, Deus criou os anjos em número limitado, com hierarquia e categorias 1. Os anjos são seres espirituais, podendo, entretanto, assumir forma corpórea e interagir com a criação em cumprimento às ordens do Criador 2. Como criaturas, os anjos não são cultuados ou venerados, nem se lhes devem dirigir orações e cânticos; todavia são dignos de respeito 3.
Referências bíblicas
1 Ne 9.6; Cl 1.16,17; Ap 4.11. 2 Gn 19.1-2; Lc 1.26-28; Jo 20.11- 15; Hb 13.2. 3 Ap 19.9-10; Ap 22.8-9; Sl 89.6.
Cremos, confessamos e ensinamos que esses seres espirituais têm funções específicas, que são: adorar a Deus continuamente, servir aos santos que hão de herdar a salvação e ser instrumentos de juízo divino para os ímpios 1.
Referências bíblicas
1 Sl 148.2-5; Hb 1.14; Sl 91.11-12; Nm 22.31; 2º Rs 6.17.
Cremos, confessamos e ensinamos que, nos tempos passados, usando de sua liberdade de escolha, alguns anjos mudaram seu estado original e se rebelaram contra Deus sendo liderados pelo Diabo 1, e foram condenados, humilhados na cruz e aguardam o dia do juízo final para seu eterno tormento 2.
Referências bíblicas
1 Ap 12.7-17; Jd 6. 2 2ª Pe 2.4; Lc 10.18; Jd 6; Cl 2:14- 15.
Cremos, confessamos e ensinamos que, desde então, Satanás, como um anjo criado e caído, tornou-se inimigo da igreja, príncipe das trevas e, junto com suas hostes demoníacas, existe atuando neste mundo caído 1. Mas a igreja de Cristo tem a vitória sobre as forças espirituais do mal já assegurada pela morte e ressurreição de Cristo 2, que também garantiu a derrota final de Satanás 3.
Referências bíblicas
1 Lc 10.18; Ap 12.7; Ap 16.14; 2ª Co 4.4-6; Ef 6.12. 2 Rm 16.20; Cl 2.15; Mt 16.18; 25.41. 3 Ap 20.10.
Dos homens
Cremos, confessamos e ensinamos que, depois de ter feito as demais criaturas, Deus criou o homem no sexto dia, biologicamente em dois gêneros, macho e fêmea, diferentes em função, iguais em dignidade e valor como representantes federais de toda a raça humana, à Sua imagem e semelhança 1, ocupando por determinação divina, uma posição singular dentre as coisas criadas 2. Cremos que a humanidade foi criada plenamente desenvolvida física, moral, emocional e espiritualmente, originalmente dotada de retidão moral, santidade e liberdade de escolha, sendo instruída pelo Criador quanto a sua natureza e propósito - glorificá-lo e desfrutar de sua presença eternamente 3.
Referências bíblicas
1 Gn 1.31; Gn 1.26,27; Gn 9.6; 1ª Co 11.7. 2 Sl 8.5,6. 3 Sl 16.11; Sl 27.4.
Cremos, confessamos e ensinamos que a imagem e semelhança de Deus se estende à pessoa inteira do homem. Cremos que Deus criou o homem do pó da terra - uma parte material - e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida 1 – e uma parte imaterial - também chamada nas Sagradas Escrituras de alma e espírito, de forma correlata 2, que faz do ser humano único e distinto de todos os demais seres criados. Cremos que essa constituição dual só é separada temporariamente e como consequência do pecado, por ocasião da morte física 3, mas que será eternamente reunida na ocasião da volta de Cristo, em um corpo incorruptível.
Referências bíblicas
1 Gn 2.7; Gn 2.15; Gn 3.19; Ec 12.7; Ap 21.16-27. 2 Mt 10.28; 1ª Co 7.34; Tg 2.26. 3 Gn 35.18; 1º Rs 17.21; Ec 12.7; 1ª Ts 5:23; 1º Jo 12:10; Lc 1:46-56; 1ª Co 1:56; 1ª Co 15.52.
Cremos, confessamos e ensinamos que Deus escolheu relacionar-se com a humanidade através do vínculo de Aliança 1. Cremos que no Éden Deus estabeleceu com o homem uma Aliança da Criação, com promessas de bençãos, em caso de obediência, e punição, em caso de desobediência 2, e que o homem optou pela desobediência. Coube ao Senhor fazer uma Aliança da Graça, na qual ele oferece graciosamente - àqueles que creem - a salvação eterna por meio da obra de Jesus Cristo. E que essa Aliança é revelada exclusivamente nas Escrituras, em todas as ações redentivas de Deus, até a sua plena revelação em Jesus Cristo 3.
Referências bíblicas
1 Os 6.7; Rm 5.12-21. 2 Gn 1.28-30; Gn 2.15-17; Gn 3.12. 3 Rm 1.15-16; Hb 1.1-4; Jo 1.29.
Cremos, confessamos e ensinamos que nossos primeiros pais, dotados de liberdade de escolha, transgrediram deliberadamente a Lei de Deus em um ato de rebeldia 1, caindo assim de seu estado original de santidade e retidão moral, incorrendo em sua total depravação e justa condenação 2, sendo o homem plenamente responsável pelo seu ato pecaminoso. Sendo os representantes de toda a humanidade, por desígnio de Deus, a culpa do seu pecado, incapacidade e aversão a todo o bem, e inteira disposição para o mal, foi imputada a toda a sua descendência que deles procede por geração ordinária 3.
Referências bíblicas
1 Gn 2.17; Gn 3.6. 2 Rm 3.10-18; Rm 6.23. 3 Rm 5.12,18,19.
Do pecado
Cremos, confessamos e ensinamos que, na ocasião da criação, Deus concedeu ao ser humano uma lei justa 1, cuja observância resultaria em vida, enquanto a desobediência acarretaria a morte 2. No entanto, ao exercer sua liberdade inicial, o ser humano sucumbiu à tentação de Satanás, transgredindo o mandamento de Deus 3. Esse ato culminou na decadência de sua retidão original, e na ruptura da comunhão com Deus 4.
Referências bíblicas
1 Gn 1.26,27; Gn 2.15-17; Sl 119.142; Rm 2.14,15; Hb 8.10. 2 Gn 2.17; Gn 3.24; Dt 30.15-20; Ez 18.4; Rm 5.12; Rm 6.23. 3 Gn 3.1-7; 2ª Co 11.3; 1ª Jo 3.8. 4 Gn 3.22-24; Gn 3.8-10; Is 59.2; Rm 5.12.
Cremos, confessamos e ensinamos que o pecado manifesto pelo primeiro casal resultou em culpa, corrupção e condenação 1. Consequentemente, tornaram-se escravos do pecado e inteiramente corrompidos em todas as faculdades, do corpo e da alma 2. Essa corrupção não se restringiu apenas a eles, pois como o primeiro casal representava toda a humanidade, a realidade de morte, culpa e corrupção foi transmitida a toda a sua descendência 3, corrompendo também a boa criação de Deus. Portanto, em decorrência do pecado, o estado atual do ser humano é de morte espiritual 4, tornando-o incapaz, por mérito próprio, de buscar qualquer forma de aproximação, reconciliação, redenção ou remissão de seus pecados, o que o torna merecedor de justa condenação eterna 5.
Referências bíblicas
1 Gn 3.1-7; Gn 3.16,17; Rm 3.23; Rm 5.12. 2 Rm 6.16; Jo 8.34; Gn 6.5; Jr 17.9; Rm 3.10; Rm 1.21. 3 Rm 5.12,18-19; 1ª Co 15.22. 4 Ef 2.1-5; Cl 2.13; Rm 3.23; Is 59.2; Jo 8.34. 5 Rm 3. 9-20; Rm 5.12; Rm 6.23; Ap 20.15.
Cremos, confessamos e ensinamos que todo pecado constitui transgressão da justa lei de Deus 1, resultando, por sua própria natureza, na culpabilidade do pecador 2. Essa culpa subjuga o ser humano à ira de Deus 3 e à maldição da Lei 4, tornando-o, assim, certo da morte física, exceto por vontade de Deus ou volta de Cristo, participante da morte espiritual e passível de morte eterna e submetendo-o a todas as misérias espirituais, temporais e eternas 5.
Referências bíblicas
1 Mt 5.21,22; 1ª Jo 3.4; Rm 6.23. 2 Ez 18.4; Rm 3.23; Rm 5.12. 3 Rm 1.18; Ef 2.3; Jo 3.36. 4 Dt 27.26; Gl 3.10; Hb 10.28,29. 5 Is 59.2; Mt 25.41; Rm 6.23; Ap 21.8.
Da salvação
Cremos, confessamos e ensinamos que a salvação é outorgada por Deus 1, somente por Sua graça 2, mediante Jesus Cristo O Salvador, e O único Mediador entre Deus e os homens 3 que, havendo em tudo executado a vontade do Pai 4, ofereceu-se em sacrifício vivo e eficaz por seu povo 5, satisfazendo todos os reclames da justiça divina 6 e garantindo a todos os que nele creem, a vida eterna 7.
Referências bíblicas
1 Dt 7.7-8; Sl 37.39; Is 53.4-6; Jo 15.16; Rm 8.30. 2 Ef 2.8-9; 2ª Tm 1.9. 3 Rm 5.1; Jo 14.6; 1ª Tm 2.5; At 4.12. 4 Jo 4.34; Jo 6.38; Jo 8.42. 5 Is 53.11-12; Sl 111.9; Jo 10.11, 14, 15; Jo 17.6,19-21. 6 Rm 3.24-26; Cl 2.14; Is 53.6; Gl 3.13; 2 Co 5.21; 1ª Pe 3.18. 7 Rm 8.30, Rm 38-39; Jo 3.16; Jo 10.27-28; Jo 11.25; At 13.48; Ap 21.3.
Cremos, confessamos e ensinamos que o Espírito Santo fazendo uso das verdades reveladas nas Sagradas Escrituras 1, e de forma sobrenatural, vivifica o pecador morto em delitos e pecados 2. O Espírito Santo habilita o pecador a crer em Jesus 3, muda a disposição essencial do coração persuadindo esse pecador a recebê-lo como seu único Senhor, Salvador e Mediador diante do Pai 4, batiza e sela o pecador no corpo de Cristo no ato da regeneração 5 e, a partir desse momento e para sempre, habita nos verdadeiros crentes preservando-os até o dia de Cristo 6.
Referências bíblicas
1 Rm 10.16-18; 1ª Co 2.14; 2ª Co 3.12-18; 1ª Pe 1.22-25. 2 Ez 36.25-26; Jo 3.1-8; Jo 5.25; Ef 2.4-5. 3 Dt 30.6; Ez 36.27; Jo 1.12-13; At 16.14. 4 Sl 110.1-3; Ct 1.4; Jr 32.38-40; Jo 6.63,65; Hb 4.11-12. 5 Rm 6.3-4; 1ª Co 12.13; Cl 2.11-12. 6 Jo 14.16; Ef 1.13-14.
Cremos, confessamos e ensinamos que a salvação compreende o propósito progressivo de Deus que inclui: eleição 1, regeneração 2, vocação eficaz 3, conversão (cujos elementos são fé e arrependimento) 4, justificação 5, adoção 6, santificação 7, perseverança 8 e glorificação 9.
Referências bíblicas
1 Dt 7.6-8; Ef 1.4; Ef 9-11; 1ª Ts 1.4; 2ª Ts 2.13-14; 2ª Tm 1.9; Tt 1.1; 1ª Pe 1.1-2. 2 Ez 36.25-28; Jo 1.12-13; Jo 3.3, Jo 5-8; Ef 2.1,4,5; Tt 3.4-7; 1ª Pe 1.22-23. 3 Mt 22.22; Jo 5.25; Jo 10.26-27; At 2.39; 2ª Tm 1.9. 4 Lm 5.21; Os 14.12; Zc 12.10; Mt 3.7-8; Lc 22.31-32; At 2.37-38; At 11.18; Rm 2.4; Rm 3.28; Ef 2.8-9; 2ª Tm 2.25-26; 5 Is 53.5-6; Jr 33.16; Rm 3.24; Rm 4.5-8; Rm 5.1,2,17; Rm 8.30; 1ª Co 1.30-31; 2ª Co 5.21; Gl 3.6-9; Fp 3.8-9. 6 Jo 1.12-13; Rm 8.14-17; 2ª Co 6.18; Gl 4.4-6; Ef 1.5. 7 Lv 20.7; Jo 17.17; At 20.32; Rm 1.7; Rm 6.5,6,14; 1ª Co 1.1,2; Gl 5.24; 1ª Ts 4.7; 1ª Ts 5.23; Hb 12.14; 1ª Pe 1.14-16. 8 Sl 89.30-33; Jr 31.3; Lm 3.22-25; Ml 3.6; Jo 10.28-29; Lc 22.31,32,61,62; Jo 14.19; Rm 8.38-39; 1ª Co 11.32; Hb 6.17-18; 1ª Jo 2.19. 9 Mt 13.43; Jo 6.44; Rm 8.29-30; Cl 3.4; 2ª Ts 1.9-10; 2ª Tm 4.8; 1ª Pe 1.4-5; 1ª Pe 5.4; Ap 22.3-5.
Da igreja
Cremos, confessamos e ensinamos que a Igreja do Senhor Jesus, em sentido espiritual e invisível, é constituída por todos os eleitos de Deus que já foram, dos que agora são, e dos que ainda serão reunidos em um só corpo sob Cristo, sua Cabeça 1, salvos por Sua graça, redimidos pelo sacrifício de Cristo, santificados e selados pelo Espírito Santo 2. É una, santa, universal e fora dela não há salvação 3.
Referências bíblicas
1 2ª Tm 2.19; Ef 1.10, Ef 22-23; Ef 4.3-6; Jo 10.14-16; Hb 12.22-24; Cl 1:18; Ef 2.19; Ef 5.23. 2. Ef 2.8; Tt 3.5. 3. Ef 5.23, 25, 27, 32; 2ª Co 11.2; Cl 1.18; Ef 1.22-23; 1ª Pe 5.1-4; Mt 23.8-10; 1ª Jo 2.18-19.
Cremos, confessamos e ensinamos que a verdadeira igreja visível se constitui de pessoas que confessam a fé em Jesus Cristo, receberam o batismo nas águas, vivem em comunhão com os irmãos, rejeitam o pecado e permanecem na congregação dos fiéis 1. A verdadeira igreja visível é caracterizada pela ministração correta da Palavra de Deus, das ordenanças sagradas e da disciplina eclesiástica e membresia regenerada pelo Espírito Santo 2.
Referências bíblicas
1 Mt 28.19-20; Hb 10.24-25. 2 Ef 2.19-20; 2ª Tm 4.1-2; 1ª Co 11.17-34; Mt 18.15-20; Gl 6.1.
Cremos, confessamos e ensinamos que a Igreja pura, santa e verdadeira é a que tem por missão: glorificar o nome de Jesus Cristo 1, promover a edificação dos santos pelo ensino das Escrituras 2, servir uns aos outros 3, proclamar o Evangelho para a expansão do Reino de Deus 4 e demonstrar misericórdia e amor aos pecadores, aliviando suas dores imediatas 5.
Referências bíblicas
1 Ef 1.12; Rm 12.1-2; Cl 3.16; Ef 5.16-19; Ef 4.12-13. 2 Hb 10.24-25; Mt 18.15-20. 3 1ª Co 12.12-31. 4 Mt 28.19-20; Mc 16.15-16. 5 Rm 3.9-20; Gn 3.17-19; Dt 15.11; Jo 12.7-8; Mt 5.3-9; Lc 4.40; Lc 10.29-37; Lc 6.35-36; 2ª Pe 3.13.
Cremos, confessamos e ensinamos que os dons espirituais são habilidades dadas soberana e individualmente aos crentes pelo Espírito Santo, a fim de equipar o povo de Deus para o ministério, para a edificação da Igreja e proclamação do evangelho 1. Há dons de menor relevância, especialmente os dons de milagres, línguas idiomáticas e curas 2. E há dons que cessaram: apostolado e profecia, ambos de natureza fundacional 3. Todos os dons devem ser exercidos de acordo com as normas estabelecidas pelo Espírito Santo nas Sagradas Escrituras 4.
Referências bíblicas
1 1ª Co 1.7; 12.7-11, 28-31. 2 1ª Co 12.31; 1ª Co 14.1- 5; 1ª Co 20-25; Rm 12.6- 8; 1ª Pe 4.10-11. 3 Ef 2.19-20; Ef 4.7-16; Jo 16.12-13. 4 2ª Tm 3.16-17; 2ª Pe 1.19-21; 1ª Co 12-14.
Cremos, confessamos e ensinamos que a verdadeira igreja deve ser governada conforme a ordem estabelecida por Deus em sua Palavra através de pastores, para pregarem a Palavra de Deus e administrarem as ordenanças sagradas, e também de diáconos para formarem com os pastores o conselho da igreja 1. O conselho da igreja é responsável por manter a pureza doutrinária, servir, zelar e proteger as ordenanças sagradas, zelar pelo bom testemunho da igreja e trabalhar para que os necessitados recebam misericórdia. E que o regime bíblico de governo da igreja é o congregacional indireto (representativo) 2.
Referências bíblicas
1 At 20.28; Ef 4.11-12; 1ª Tm 3.15; Hb 13.20-21; Lc 1.2; Lc 10.16; Rm 10.14; 1ª Co 4:1; 2ª Co 5.19-20; 2ª Tm 4:2; At 14.23; Tt 1.5. 2 1ª Tm 3.8-10; Fp 1.1; 1ª Tm 4.14; At 6.1-4; Tt 1.7-9; 1ª Co 4.2; 1ª Tm 3; At 15.
Cremos, confessamos e ensinamos que o Senhor Jesus, como Cabeça da Igreja 1, conferiu aos seus oficiais a autoridade para administração da disciplina eclesiástica 2. A disciplina eclesiástica existe para manter a pureza do corpo de Cristo, restaurar os faltosos e promover o temor santo entre o povo de Deus, desestimulando, assim, a prática do pecado 3. Para melhor alcançar esses fins, os oficiais da Igreja devem proceder à seguinte ordem, segundo a natureza do pecado: repreensão, suspensão de direitos e privilégios e, em caso de não arrependimento, e observadas as diretrizes bíblicas por parte dos envolvidos, excomunhão pela Igreja reunida em Assembleia 4.
Referências bíblicas
1 Is 9.6-7. 2 1ª Tm 5.17; 1ª Ts 5.12; At 20.17,28. 3 Mt 16.19; 18.17-18; Jo 20.21-23; 2ª Co 2.6-8. 4 Mt 18.17; 1ª Ts 5.12; 2ª Ts 3.6,14- 15; 1ª Co 5.4-5; 1ª Co 5; 1ª Tm 5.20; 1ª Tm 1.20; Jd 1.23.
Do culto e das ordenanças da igreja
Cremos, confessamos e ensinamos que, em virtude do senhorio e da soberania de Deus sobre tudo e sobre todos, o modo correto de adorá-lo é aquele estabelecido e regulado por Ele em Sua Palavra 1, não sendo permitidas inovações humanas, ou sugestões de espíritos enganadores, sendo assim proibidas quaisquer representações visíveis não autorizadas pelas Sagradas Escrituras 2.
Referências bíblicas
1 Jr 10.7; Mc 12.33; Jo 4.22,24. 2 Mc 7.7-9; 1ª Tm 4.1; Dt 4.15-19; Jo 4.24; Mt 4.10; 1ª Tm 2.5; Hb 12.24; 2ª Pe 1.21.
Cremos, confessamos e ensinamos que o culto público solene é caracterizado pela reunião dos santos atendendo à convocação do Senhor no primeiro dia da semana 1 e deve ser prestado unicamente ao Deus Trino, por mediação de Cristo, sob a direção do Espírito Santo em Sua Palavra, não a anjos, santos ou qualquer outra criatura 2.
Referências bíblicas
1 Dt 6.13; Jl 1.14, 2.15; At 20.7; Jo 4.24; Cl 2.18; Hb 10.25. 2 Ap 19.10; Rm 1.25; Jo 14.6; 1ª Tm 2.5; Cl 3.17.
Cremos, confessamos e ensinamos que o batismo e a Ceia do Senhor são ordenanças da igreja, instituídas pelo próprio Senhor Jesus Cristo, sendo ambas de natureza simbólica.
Referências bíblicas
Mt 28.19-20; 1ª Co 11.23-26; Lc 22.19.
Cremos, confessamos e ensinamos que o Batismo simboliza a morte e o sepultamento do velho homem, e a ressurreição deste para uma nova vida, em identificação com a morte, sepultamento e ressurreição do Senhor Jesus Cristo 1, e também prenúncio da ressurreição dos remidos, bem como a purificação de seus pecados 2. Cremos no credo batismo que deve ser ministrado com água, sob a invocação do nome do Pai, do Filho, e do Espírito Santo 3.
Referências bíblicas
1 Rm 6.3-5; Cl 2.12. 2 Gl 3.27; 1ª Pe 3.21; At 2.38. 3 Mt 28.18- 20; At 8.12; At 36-39.
Cremos, confessamos e ensinamos que a Ceia do Senhor é uma cerimônia solene da igreja reunida, comemorativa e proclamadora da morte do Senhor Jesus Cristo 1, simbolizada por meio dos elementos: Pão e Vinho (fruto da videira) 2. A Ceia, na qual Cristo se faz presente espiritualmente, deve ser celebrada pela igreja até a volta do Senhor e para participar dela exige-se o batismo bíblico, a membresia em uma igreja genuinamente evangélica e o cuidadoso autoexame dos participantes 3.
Referências bíblicas
1 Mt 26.26-27; Lc 22.19-20. 2 Mt 26:29; 1ª Co 10.21; 1ª Co 11.24-26. 3 1ª Co 10.16,17,21; 1ª Co 11.20; 1ª Co 11.28.
Cremos, confessamos e ensinamos que o Batismo e a Ceia do Senhor, têm por fim servir de sinal distintivo entre o povo de Deus e o povo do mundo 1, de representação simbólica e selo das bênçãos da Aliança da graça 2, e meios de fortalecer nossa comunhão com Cristo e uns com os outros 3, assim como de promover nossa santificação 4.
Referências bíblicas
1 Mc 16.15-16; At 8.36-39; 1ª Co 11.27-28; Ez 36.25-26 2 Mt 28.19-20; 1ª Co 11.23-25; Mt 26.26-28; Êx 19.10; Is 1.16; Mt 3.16-17. 3 1ª Co 11.18-22; 1ª Co 10.16-17. 4 Rm 6.4-8; Cl 2.12.
Da ordem civil
Cremos, confessamos e ensinamos que Deus é o Senhor e Rei supremo sobre toda a criação 1, ordenando que houvesse governos e autoridades civis para lhe estarem sujeitos e governarem sobre o povo, para o bem público e para Sua glória 2.
Referências bíblicas
1 Sl 47.2,7; 1ª Tm 1.17. 2 Sl 2.10,11; Dn 2.21.
Cremos, confessamos e ensinamos que a esses governos e autoridades civis é dado por Deus o direito e o dever de estabelecer leis e códigos para que a ordem social seja mantida, os maus sejam devidamente punidos, e os justos protegidos. Para tanto o poder da espada deve ser por eles exercido, e tributos podem ser estabelecidos em justa medida 1.
Referências bíblicas
1 Rm 13.1-4; 1ª Pe 2.13 -14.
Cremos, confessamos e ensinamos que Deus em sua infinita sabedoria estabeleceu a Igreja, os governos e as autoridades civis como entes separados, podendo, contudo, haver cooperação mútua entre eles 1. Assim sendo, a esses governos e autoridades civis não é dado o poder de determinar à igreja questões relacionadas à sua fé e prática 2.
Referências bíblicas
1 2º Cr 26.18; Mt 16.18,19. 2 2º Sm 23.3,4; Cl 1.18
Cremos, confessamos e ensinamos que ao cristão é estabelecido por Deus o dever de se submeter às autoridades civis, pagar impostos, render-lhes honra e respeito, obedecer-lhes em tudo que não seja contrário à Palavra de Deus, orando constantemente em favor delas para que sejam guiadas a um sábio e justo exercício das suas funções 1. Entretanto, na medida em que tais autoridades se distanciem dos princípios bíblicos, tornando-se inimigas do Evangelho, contrárias à causa de Cristo, perseguindo a Igreja e fazendo obstáculo à pregação do Evangelho, o cristão tem o dever de resistir-lhes até o fim 2.
Referências bíblicas
1 Dn 6. 2 Tt 3.1; 1ª Pe 2.17.
Do futuro
Cremos, confessamos e ensinamos que Jesus Cristo, com seus santos anjos, retornará, no dia determinado por Deus 1, de forma pessoal, corporal, visível e gloriosa, para julgar o mundo (vivos e mortos) como reto e justo Juiz, e consumar seu glorioso reino 2.
Referências bíblicas
1 1ª Ts 5.1,2; Mt 24.36; At 17.31. 2 At 1.11; Ap 1.7; Mt 24.30; 1ª Pe 4.5.
Cremos, confessamos e ensinamos que, após a morte, o corpo humano volta ao pó e sua alma volta imediatamente para Deus que a deu 1. A alma do homem não morre e nem dorme, mas sendo do justo, é recebida nos céus onde já desfruta da glória de Deus e aguarda a plena redenção 2, enquanto a alma dos ímpios é lançada no inferno onde permanece em tormento aguardando o grande dia do juízo 3.
Referências bíblicas
1 Gn 3.19; Ec 12.7; Lc 23.43; Dn 12.2. 2 Fp 1.23; At 3.21; 2ª Co 5.1,8; Mt 25. 34. 3 Hb 9.27; Mt 25.31, 46; Lc 16.23,24.
Cremos, confessamos e ensinamos a ressurreição dos corpos, tanto dos justos como dos ímpios, para a eternidade 1 - os ímpios para o castigo consciente no lago de fogo 2, e os justos para a vida eterna em um corpo glorificado na presença do Deus Trino em Novo Céu e Nova Terra 3.
Referências bíblicas
1 1ª Co.15.12-19; 1ª Co.15.32; Jó.19.25-27; Is 26.19; Mc.16.5-7; 1ª Ts 4.15-17. 2 Dn 12.2; Jo 15.29. 3 1ª Co 15.53-55; Is 25.8; Jo 11.25; Jo 5.21; Rm 8.17; 1ª Co 15.42-44.
Cremos, confessamos e ensinamos que Deus determinou, em sua eterna sabedoria e justiça, um dia no qual há de julgar os vivos e os mortos por meio da justiça de Cristo para assim consumar toda a história e demonstrar sua glória e justiça 1.
Referências bíblicas
1 Mt 24.36; At 17.31; 2ª Tm 4.1; Jo 5.22, 27; Jd 6; 2ª Co 5.10; Ec 12.14; Rm 14.10,12.
Cremos, confessamos e ensinamos que no último dia, a Igreja será apresentada diante de Deus como noiva de Cristo, sem mácula, redimida pela pessoa e obra do Salvador 1, quando ela estará livre da presença e das consequências do pecado 2. E, para todo o sempre, Deus será adorado da forma que merece, como o Único que é digno de receber todo louvor, honra e glória 3.
Referências bíblicas
1 Ct 6.10; 2ª Co 11.1-2; Ef 5.27; Ap 21.2. 2 Ap 21.4,5; Ap 22.3; Rm 8.19-21; 1ª Co 15.54,55. 3 Ap 11.15; Ap 21. 24-26; Ap 22.
Aprovada em novembro de 2024 na Convenção Geral Extraórdinária da AICEB em sua sede, São Luís - Maranhão.
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